
O orvalho
Pranto silencioso
Da madrugada solitária
Desliza através da escuridão
Bebendo o tempo devastador
Com o coração oxidado
De passo descontinuo
Já não enxerga os caminhos
Que a lagrima quente
Com a pele desenha
Um mapa da solidão
E para maltratar mais empenha
O dia, na iminencia de aportar,
Como a fênix a reaparecer
Quis fazer mais do que iluminar
E concedeu fogo ao sol para aquecer.
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