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terça-feira, 26 de julho de 2011

Quixotescas Quinquilharias




Velhos medos
Antigos amores

Antigos velhos
Amores e medos

Medos antigos
Amores velhos

Medos e amores
Velhos antigos






4 comentários:

  1. Amor foge do medo...

    Beijos!!

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  2. "Da primeira vez em que me assassinaram

    Perdi um jeito de sorrir que eu tinha...

    Depois, de cada vez que me mataram,

    Foram levando qualquer coisa minha...

    E hoje, dos meus cadáveres, eu sou

    O mais desnudo, o que não tem mais nada...

    Arde um toco de vela amarelada...

    Como o único bem que me ficou!

    Vinde, corvos, chacais, ladrões da estrada!

    Ah! Desta mão, avaramente adunca,

    Ninguém há de arrancar-me a luz sagrada!

    Aves da noite! Asas do Horror! Voejai!

    Que luz, trêmula e triste como um ai,

    A luz do morto não se apaga nunca!"

    Mário Quintana

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Obrigadíssimo pelo poema. Quintana é, de fato, quixotesco e magnífico!

      Luz e Paz!

      Excluir

"O que você não pode eu não vou te pedir e o que você não quer eu não quero insistir..." (Humbeto Gessinger)

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