E pode haver em um único sol

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domingo, 29 de junho de 2014

Velhos Tempos!







Velhos longos tempos em que vivíamos esperançosos

De que havia algo muito especial prestes a acontecer;

Os sonhos todos tão vívidos, robustos, viçosos

Eram o que a vida não estava disposta a oferecer.



E cada pedaço que deixamos cair pelas sinuosas curvas

Acabou nos arrancando cores e sorrisos guardados

E desvelou flores sem pétalas que sangram cruas

Os dias que o tempo asfixiou em sorrisos desbotados.



Cada pedra pelo caminho que provocou um tropeço

Também ocasionou um fortalecimento, um avanço.

Os passos cresceram no instante em que o recomeço

Selou todas as piores feridas abertas desde o início.



E hoje somos frutos de tudo o que nos trouxe até aqui

Os sorrisos abertos por todas as anteriores lágrimas

A história que nunca escrevemos foi roteiro, croqui

Para transformar em luz os sentimentos fantasmas.





2 comentários:

  1. Saudades de vc,querido amigo! por onde andas? Parabéns pelo esplêndido poema! Beijos!

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    Respostas
    1. Querida Cezarina,

      Ando por noites sombrias batalhando com monstros vorazes e demônios imensamente fortalecidos... Preciso de sol e da luz encantadora que sempre me alimentou... Ando perdido! Obrigado por seu elogio sempre tão importante e acalentador! Saudades tb! Bjs!

      Excluir

"O que você não pode eu não vou te pedir e o que você não quer eu não quero insistir..." (Humbeto Gessinger)

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