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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Catavento

.


Catavento girou


A brisa que veio


Chegou para dançar


Pensamento viajou


No vento que soprou


Para o catavento rodar


E o mundo correu


O dia raiou


Arvoreceu o amor


Ramificou...


O doce do sorriso


A alegria da brincadeira


O sabor do sorvete


A minha alma inteira


Agradeceu e girou


E sentiu o sopro


O dobro


Da beleza


Que concedeu ao tempo


Magia, encanto


Para o vento



Que deu vida ao catavento...



4 comentários:

  1. Que saudades do tempo em que um simples catavento nos era sinônimo de toda alegria e vida... ótima poesia, meu caro Whesley!

    Luz e paz!

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    Respostas
    1. Caro amigo Edu,

      Cataventos, pipas e bolas de gude marcaram uma infância que não tive mas que sempre sonhei... Ainda hoje, o que mais me encanta é a simplicidade, o ser feliz com tão pouco!

      Obrigado por sua presença constante.

      Luz e Paz!

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  2. Parabéns,Whesley! As lembranças da infância retornaram dentro de mim...Maravilhosa poesia!Um beijo no teu coração!

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    Respostas
    1. Querida Cezarina,

      Fico imensamente feliz de trazer a ti lembranças belas em palavras humildes... Vc é única! Adoro-te! Obrigado por vir sempre...

      Bjs!

      Luz e Paz!

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"O que você não pode eu não vou te pedir e o que você não quer eu não quero insistir..." (Humbeto Gessinger)

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