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sábado, 13 de agosto de 2011

Valsa Falsa

.


Um desenho incomum rabiscado
Com traços coloridos de improviso
De um forasteiro inesperado sorriso
No suspiro involuntário imaginado


Um sentimento desconhecido inalterado
Entorpecendo toda a realidade
Uma lágrima antiga vulnerabilidade
Traçando uma trilha no momento inalcançado


Tantas emoções já exauridas
Dançando desavisadas, ressequidas
Provocando tumultos, rodopios, trovoadas



Em um poema com ritmo de valsa
Em um soneto que defende uma verdade falsa
Em um poeta que não vê onde pisa porque não sabe o que calça.


3 comentários:

  1. Oi poeta
    Tem hora que nos sentimos mesmo sem rumo, mas tudo isso é passageiro, um dia tudo clareia novamente, e pegamos o trilho certo.
    Bjux

    ResponderExcluir
  2. Poeta sempre viaja entre verdade e mentira...

    Beijos

    ResponderExcluir
  3. Muito bom, muito bom...
    Sem perceber fiquei um tempão passeando por aqui...
    Continue! Você tem muito a dizer.
    Abraços,
    Ale.

    ResponderExcluir

"O que você não pode eu não vou te pedir e o que você não quer eu não quero insistir..." (Humbeto Gessinger)

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