E pode haver em um único sol

Milhões de horas

Para a poesia que aflora

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domingo, 31 de maio de 2009

Fadas

.


Suaves brisas

Suspiram em hálito macio

O vazio

Por onde viajam as fadas

Cintilantes

Constantes

Permanentes em meu pensar.

Sininhos tocam

E uma grande asa me envolve

Trazendo proteção em forma de calor

Lanço-me no ar e flutuo...

No seu olhar

Perco o sentido e me encontro

No espasmo de tal êxtase

Perdido na confusão

Na condição

De revelar teares

Onde os fios dos amores

São tecidos, emaranhados.

E tudo na incerteza

De tornar nobre, conceder realeza,

Ao espírito ainda tão pobre

Cultivado em aspereza.


Mas, as fadas continuam voando...




Mais um dos poemas construidos junto com a minha fada amiga Luciana de Lima... Linda menina que com seu jeito de criança e sabedoria de mulher me traz tanta magia e conforto permeando nossa amizade incrível com os sorrisos mais sinceros e eternos... Lu, amo você!


5 comentários:

  1. Hoje dia da Criança deixo...


    CRIANÇAS


    Crianças lindas…
    Crianças sozinhas…
    Sem pai sem mãe…
    Sem nada…
    Crescem ao abandono…
    Ao frio e à chuva…
    Com fome e sem escola…
    Sem saber o que é o mundo…
    E, nós sabemos que elas existem…
    E continuamos a sofrer…
    Continuamos a lastimar…
    Mas continuamos…
    Sem nada fazer!...



    Lili Laranjo

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  2. Boa noite,Elfo-Poeta-Feiticeiro!Lindo poema,belas palavras!Passei,rapidinho,pois já se faz tarde...pra te deixar um agradecimento pela tua visita ao meu cantinho, um carinho perfumado de rosas amarelas e um beijo enluarado!Até a próxima vez!

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  3. Esta amiga da Sofia tem um prémio para lhe entregar. Passe pelo meu blogue.
    **

    ResponderExcluir
  4. Olá Sweetheart *.*

    Me chamou a atenção,este trecho em particular:
    "(...)De tornar nobre, conceder realeza,
    Ao espírito ainda tão pobre
    Cultivado em aspereza."
    É o que vive ralhando cmg,qdo casam obrigatóriamente "evolução",crescimento,com
    "percalços no caminho"...E faz-me pensar se tem que ser assim mesmo,e tudo que "tem que",já me faz vomitar e passar mal...

    Desculpe o "filousoufar",mas teu poema em quatro mãos,me fez pensar nisso...

    Deixo meu beijo!!

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