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domingo, 12 de abril de 2009

Devorador de Dragões




Caí

Bati com o nariz no chão

Sangrei

Sou poeta

E isso me dá o pretexto

De matar a razão

Para segurar a mão

Da divindade maior

Da poesia

No sabor

Da vida correndo

Transpassando

O meu coração

Não preciso controlar as horas

Nem curar as ilusões

Mas, a felicidade será trazida

Pela aurora das manhãs

Em que sou devorador de dragões

Porque quero tudo o que tenho direito

Para controlar os defeitos

E superar restrições.

***

Este poema é do meu livro "Os Ventos Que Sopram Forte Demais", ainda não publicado.


3 comentários:

  1. Nossa, Whesley que poema forte!!!
    Belíssimo o seu poema! Toca fundo o coração.
    Belíssima a ilustração, parabéns meu amigo.
    Um grande abraço.
    Angela

    ResponderExcluir
  2. Oi Whesley, adorei esse poema.
    No imaginário do Poeta, o dragão é um ser frequentemente presente, real, atual. Lutamos com eles sempre e muitas vezes na mesma trincheira.
    Um beijo fraterno.
    Lila

    ResponderExcluir
  3. Sabe, seue poemas são tão curtos e com impacto tão profundo, eu gosto deles. =)

    bjO

    ResponderExcluir

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